segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O Conhecimento Integral da Astrologia

O Conhecimento Integral da Astrologia

“A Meta da Espiritualidade pelo Método da Ciência”

 
 
O que mais se questiona a respeito da Astrologia é o muito mal definido ‘livre arbítrio’. Qualquer astrólogo já se deparou com esta questão e teve que meditar a respeito. Por outro lado, todos aqueles que já consultaram um astrólogo profissional ficaram, no mínimo, surpresos com a precisão das previsões e, até mesmo, com as previsões conversas – quando o astrólogo relata possíveis acontecimentos do passado ou suas tendências. Destino? Karma?

Existe um tênue véu separando o livre arbítrio do destino. Para começar, é notável o paralelo entre a interpretação de nosso mapa astrológico de nascimento com nossas características genéticas. Ao entrarmos em contato com todas as informações que o simbolismo da nossa mandala astrológica pode transmitir, assentimos, pois ao longo de nossa vida, já percebemos e conhecemos as tendências lá contidas. A influência do livre arbítrio sobre estas tendências é quase nula, pois estão inseridas e envolvidas exatamente com ele. É como se o que chamássemos de livre arbítrio já estivesse na nossa programação cármica, espiritual, genética ou astrológica. O que mais atrapalha este entendimento dentro da própria Astrologia é a cisão tola entre a Astrologia Racional ou Determinista e a Humanista ou Psicológica.

No período do Renascimento (séc. XIV-XVI), houve um resgate da Astrologia como ciência. Ao lado da Medicina, da Matemática, ela era estudada nas universidades européias. Um dos mais famosos e respeitados astrólogos da época, Jean-Baptiste Morin de Villefranche, conseguiu sistematizar a Astrologia de uma maneira brilhante e seus métodos de interpretação ainda deveriam ser estudados e aplicados por todos os astrólogos devido à sua profundidade, lógica, detalhismo, riqueza e precisão. Suas técnicas extraem qualquer informação do mapa astrológico de forma sensata e estabelece conexões com as diversas áreas temáticas de nossas vidas. O problema é que ele resolveu publicar estes métodos ou regras em latim e em forma de versos. Aquele que as interpretar ao pé da letra, esquecerá o bom senso e, como qualquer fanático que não sabe ler livros como a Bíblia, por exemplo, cheios de símbolos, irá considerar Júpiter um angelical planeta e “grande benéfico”. Saturno já seria classificado como um demoníaco “grande maléfico”.

A Física Newtoniana que não admitia a divisibilidade do átomo desclassificou a Astrologia, que foi banida novamente dos meios acadêmicos.

Foi só com a teoria da Sincronicidade, os símbolos e arquétipos de Carl Gustav Jung que o interesse pela Astrologia voltou à baila no séc. XX. O próprio Jung já considerava a Astrologia como “a soma de todo o conhecimento psicológico da Antiguidade”. Popularizou-se então, a Astrologia Psicológica através dos trabalhos de Dane Rudhyar, Howard Sasportas, Liz Greene, Stephen Arroyo entre outros.

Hoje em dia, apesar dos ensinamentos absolutos de Hermes de Trimegistro, a Astrologia deixou de ser holística e dividiu-se em dois grandes grupos: os deterministas ou racionais e os humanistas-psicológicos. Os deterministas, apesar da excelência na interpretação correta e completa do mapa astrológico, são os “xiitas” da Astrologia. Se você nasceu com um determinado aspecto entre o diabólico e maléfico Saturno e Vênus, você está condenado a ser infeliz no amor até o fim de seus dias. O livre arbítrio é apenas uma utopia. Mas, a complexidade interpretativa das leis ou regras de Morin irá identificar minunciosamente a origem, a qualidade e as fases exatas de sua vida quando esta infelicidade torna-se mais evidente. Já o humanista-psicológico abre o leque das possibilidades de desenvolvimento do ‘self’ e das variedades terapêuticas a serviço da transformação, transcendência e cura do indivíduo de acordo com sua vontade, disposição e livre arbítrio. Entretanto, eles pecam pela pobreza interpretativa, não discorrendo em detalhes e precisão nas previsões, deixando a desejar na orientação da vida prática.

O conhecimento da Astrologia deve ser integral. O astrólogo deve ter em seu currículo a filosofia hermética como base, a sistematização de Morin unida à programação psicológica do auto-conhecimento , além de conhecer a teoria dos arquétipos, os tipos de personalidade definidos por Jung. Por fim, mas não menos necessário, aprofundar-se na Árvore da Vida e seu sistema evolutivo que amalgama o Tarot, a Numerologia e a Alquimia através dos seus Caminhos Mágikos. O entendimento do tal livre arbítrio torna-se então, não tão simples de definir, mas restrito à individualidade e à visão das possibilidades que cada ser humano pode observar de maneira exclusiva.


CURSO BÁSICO DE ASTROLOGIA:

De 16/2 a 10/8, um sábado por mês.

Horário: das 9:00 às 17:00 com 3 intervalos: 10:45 às 11:00; 12:30 às 14:00; 15:30 às 15:45

Local: Ticiana Werner Restaurante & Empório (CLS 201 Bloco C Loja 11 Subsolo - Asa Sul)
www.ticianawerner.com.br

Investimento por Módulo: R$ 120,00

Valor total do curso = R$ 840,00. À vista = R$ 700,00.

Programação: no site www.templodeminerva.com

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